Sabedoria


No encontro de ontem da liturgia, foi falado muito em sabedoria, dito que muitas vezes pedimos muitas coisas a Deus, coisas que não são essenciais, e acabamos ficando sem nada. Sabe como é né? Pedir uma laranja, em vez de uma laranjeira; uma palavra, em vez de um livro; uma estrela, em vez de um céu. E, assim que comemos a laranja, não há mais nada mesmo...

Apesar de não ter partilhado muito, visto que algo que me disseram no começo da liturgia me deixou um pouco confuso, eu fiquei com aquilo na cabeça.

Hoje, então, pedi ao Pai sabedoria. Sabe que, depois de pedir, comecei a enxergar tudo de uma forma diferente. Até na hora de conversar com meus familiares. E até na hora ver melhor o que o Pai quer dizer para nós. É assim que acontece quando a Santa Sabedoria vem nos remir (Não somos nós, é uma Sabedoria Celestial agindo, mesmo que ainda não entendamos).

Foi assim que, estudando física, me deparei com o seguinte link de uma imagem na apostila:
http://bp0.blogger.com/_TsuRnh_4MRE/Rq-eclVIsAl/AAAAAAAAAME/h24_rGbPXR0/s400/fatamorgana2

Primeiramente, o link não é funcional. Segundo, destaquei essa parte em vermelho porque me chamou muita atenção Is me lembrou automáticamente o livro de Isaías e Al me lembrou o elemento químico alumínio, cujo o número atômico é 13.

A princípio, abri o livro em Is 1, 13 e as palavras eram as seguintes:
13De nada serve trazer oferendas; tenho horror da fumaça dos sacrifícios. As luas novas, os sábados, as reuniões de culto, não posso suportar a presença do crime na festa religiosa. 14Eu abomino as vossas luas novas e as vossas festas; elas me são molestas, estou cansado delas. 15Quando estendeis vossas mãos, eu desvio de vós os meus olhos; quando multiplicais vossas preces, não as ouço. Vossas mãos estão cheias de sangue, 16lavai-vos, purificai-vos. Tirai vossas más ações de diante de meus olhos. 17Cessai de fazer o mal, aprendei a fazer o bem. Respeitai o direito, protegei o oprimido; fazei justiça ao órfão, defendei a viúva. 18Pois bem, justifiquemo-nos, diz o Senhor. Se vossos pecados forem escarlates, tornar-se-ão brancos como a neve! Se forem vermelhos como a púrpura, ficarão brancos como a lã! 19Se fordes dóceis e obedientes, provareis os melhores frutos da terra; 20se recusardes e vos revoltardes, provareis a espada. É a boca do Senhor que o declara.
Então eu pensei, caramba, tudo a ver com aquilo que estava confuso na minha mente. Quer dizer, eu me sentia entre a cruz e a espada, achando que deveria sacrificar todas as minhas vontades e sonhos por uma vida sacramentada no sacerdócio, mas não é isso que Deus quer. É só procurar na bíblia quando se fala de livre arbítrio, ou mesmo escutar o Padre Eliano, da fraternidade Jesus Salvador, falando sobre destino em um PodCast.

Por outro lado, vi Is 13, mas falava sobre a destruição da Babilônia por conta dos pecados daquele povo, na verdade, também tem muito a ver com o que acontece, visto que segunda feira estive muito triste porque eu estava falando com meus pais sobre o que estava certo e o que estava errado, mas fui reprimido... Bom, no fim só Deus sabe o que está certo e o que está errado e Jesus vem quebrar o véu e trazer o Amor do alto para nossas vidas. Santo Agostinho foi tocado por conta da oração se sua mãe, Santa Mônica, e creio que a conversão seja possível. A destruição da Babilônia posso interpretar como a destruição do pecado dentro de nossas vidas, e o início de uma nova vida, com a Santa Sabedoria divina!
Amém!

P.S.: Pude interpretar o "Al" também de outra forma: "A" é a primeira letra do alfabeto e "l" é a décima segunda, sendo assim fica Is 1, 12 em diante. É só adicionar o versículo 12 ao que pus na citação acima, e ai você poderá interpretar e quem sabe comentar a postagem...
Paz e Sabedoria, eu peço ao Senhor!
Amém!
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